Mesa de digitação de ponto · não é ponto de funcionário

Quatorze meses de cartão. Uma tela pra digitar.

O empregador junta os controles em papel ou PDF — o ônus é dele, Súmula 338. Alguém do seu escritório digita cada marcação, mês a mês, até virar base de cálculo. É aqui que o laudo nasce certo, ou nasce torto.

O que a digitação manual custa

6 minum dia de cartão, no Excel
40 so mesmo dia, com atalhos
2×toda ficha passa pela dupla digitação

Estimativa de projeto, não medição de cliente. E não lemos o PDF sozinhos: quem decide o que está escrito no cartão continua sendo uma pessoa — o que muda é quanto tempo ela gasta decidindo, e quantas vezes ela erra sem perceber.

Vera Salgado · matr. 0412ficha 5 de 14 · semana 2
diaentr.saíd. alm.ret. alm.saíd.jorn.observação
seg08:0012:0013:0018:009h00idêntico a outros dias da semana
ter08:0012:0013:0018:009h00idêntico a outros dias da semana
qua08:0012:0013:0018:009h00idêntico a outros dias da semana
qui08:0012:0012:4218:009h18intervalo de 42 min · art. 71 §4º CLT
sex08:0012:0013:0020:0011h00jornada de 11h · acima do teto usual
sáb08:0012:0013:0018:009h00idêntico a outros dias da semana
dom08:0012:0013:0017:008h00domingo trabalhado · sem DSR marcado

chegou perto ou passou de uma regra da CLT/TST. Vale conferência antes de fechar o mês.

padrão que chama atenção sozinho, mas não é violação: quatro dos sete dias com os mesmos quatro horários.

Pra caber numa semana, está simulado aqui o que a Súmula 338, III fala do mês inteiro: cartão com as mesmas marcações em toda parte é o que a norma chama de controle inválido — e inverte o ônus da prova contra quem juntou o cartão assim.

O dia real do escritório

Não é um cartão. São catorze.

O caro nunca foi o cálculo — hora extra, adicional noturno e intervalo suprimido são fórmula. O caro é decidir o que um número escrito à caneta, torto, dentro de um PDF de baixa resolução, realmente diz. Catorze vezes por processo, quatro marcações por dia.

  1. 01O processo chega com os cartões

    Papel ou PDF, meses de controle. A Súmula 338 pôs o ônus no empregador — não facilitou a leitura.

  2. 02Alguém abre o Excel

    Uma aba por mês, ou uma aba só — depende de quem fez da última vez.

  3. 03Digita cada marcação, mês a mês

    Quatro números por dia, trinta dias por mês. O erro de dedo mora exatamente aqui.

  4. 04Confere de cabeça, sozinho

    Sem segunda passada, o erro que a pessoa não vê, ninguém vê.

  5. 05O erro vira base de cálculo

    Uma hora extra que não existiu, ou uma que sumiu — e ninguém percebe até o outro lado impugnar.

  6. 06O total sai pronto, se sair certo

    Segue pro cálculo — do jeito que foi digitado.

O gargalo tem nome: teclado. Não existe atalho pra decidir o que um cartão de ponto escaneado torto diz. Existe atalho pra digitar mais rápido, errar menos, e pegar o erro que passou antes que ele vire número na petição.

Como funciona

A mesa de digitação, não uma tela de RH

O produto não decide o que o cartão diz — quem decide continua sendo o calculista, olhando pro papel. O que ele tira do caminho é tudo que não é decidir: onde clicar, quantas vezes apertar Tab, o que fazer com o dia igual ao de ontem.

Teclado, não mouse

Digita 0800, vira 08:00. Enter anda pro próximo campo. Quem digita cartão de ponto a vida inteira não quer aprender outra ferramenta — quer uma tela que não atrapalha o dedo.

Repete o dia anterior

Uma tecla copia a linha de cima inteira. O cartão real repete o horário quase todo dia — a digitação deveria repetir junto, e só parar onde o cartão de fato muda.

Atalhos de uma tecla no dia

Sem tirar a mão do teclado: falta, DSR, atestado e folga viram uma tecla, não um menu. A tabela de atalhos fica sempre visível na mesa, do lado do papel.

Dupla digitação

A segunda passada não repete o trabalho da primeira — ela compara e só interrompe nas divergências. É o mesmo controle que uma tipografia usa há cem anos, e é o que dá confiança no número que sai no fim.

Os atalhos, sempre à vista na mesa

  • F falta
  • D DSR / domingo
  • A atestado
  • - folga
  • ↓ repete o dia anterior
O que o calculista quer ver na hora

Os alertas da norma, não os nossos

Cada um destes já invalidou um controle de ponto ou virou hora extra em algum processo. O sistema aponta o dia; quem decide o que fazer com ele continua sendo o calculista.

Cartão “britânico”Súmula 338, III · TST

Marcações idênticas o mês inteiro. Sozinho isso não prova fraude — mas torna o controle inválido como prova, e inverte o ônus contra quem juntou o cartão assim.

Marcação faltante ou ímpar

Um dia com três batidas em vez de quatro, ou nenhuma. O sistema não inventa a que falta — só avisa que falta, antes que vire uma jornada calculada sobre menos horas do que houve.

Intervalo menor que 1 horaart. 71, §4º · CLT

Intrajornada suprimida não é ajuste de horário — é hora extra, com adicional, sobre o período inteiro do intervalo, não só a diferença que faltou.

Jornada acima de 10 horas

Não é ilegal por si só, mas é o tipo de dia que pede outro olhar antes de fechar o mês — e o tipo de dia que some fácil no meio de trezentas linhas de Excel.

Domingo ou feriado trabalhado

Sem folga compensatória visível no próprio cartão, a pergunta sobre o DSR já nasce em aberto — e é melhor nascer aberta na digitação do que na audiência.

Horário noturno (22h–5h)art. 73, §1º · CLT

Hora ficta de 52min30s: cada hora noturna vale 1h08 de hora normal. Ninguém deveria fazer essa conversão de cabeça, todo dia, mês após mês, ficha após ficha.

Variação de até 5 minutosSúmula 366 · TST

Este não é alerta — é o contrário. Até 5 minutos por marcação, limitado a 10 por dia, não vira hora extra. O sistema precisa saber a diferença entre um problema de verdade e um relógio que anda três minutos adiantado.

A ponte

A ficha que sai daqui é o insumo de lá

O 101 Ponto não calcula condenação — ele fecha o mês: quantas horas, em qual rubrica, já conferidas por dupla digitação. Esse total é exatamente o que o 101 protocolo pede pra montar a memória de cálculo.

101 PontoFicha do mês, conferida
Totais por rubrica
  • Horas extras 50%
  • Horas extras 100%
  • Adicional noturno
  • Intervalo suprimido
  • Dias de DSR
101 protocoloMemória de cálculo
Os limites, ditos direto

O que ele não faz

  • Não calcula a condenação

    Quem transforma jornada em valor — com juros, correção e reflexos — é o 101 protocolo. Aqui a saída é a base: horas por rubrica, por mês, conferida. Não uma sentença.

  • Não lê o PDF sozinhoem estudo

    OCR em cartão escaneado torto, com carimbo por cima e caligrafia por cima do carimbo, é exatamente onde OCR erra — e um erro de leitura automática que ninguém percebe é pior do que digitação manual. Continua sendo gente lendo e gente digitando.

  • Não substitui o relógio de ponto

    Integração com REP é outro produto, pra outro comprador — quem instala relógio na entrada da fábrica, não quem digita o cartão que chegou dentro de um processo.

Preço

Ainda não publicado.

101 Ponto · Em beta — Roda, mas ainda não vende. O formato de cobrança do Ponto ainda está sendo definido, e por isso não há tabela publicada. Quer usar antes? Fale com a gente — a conversa sobre preço é parte do que estamos decidindo.

Perguntas

As que todo calculista desconfiado faz.

Isso substitui o Excel do escritório?

Substitui a digitação e a conferência. A saída ainda pode virar planilha, se for isso que o escritório usa depois — só que ela sai sem os catorze meses de mão por trás.

Lê o PDF sozinho?

Não. Em estudo, e por um motivo específico: cartão escaneado torto, com carimbo por cima, é onde OCR erra — e o erro que ninguém vê é pior que a digitação manual que pelo menos alguém revisa.

Calcula hora extra?

Calcula o total do mês — horas extras 50/100%, noturno, intervalo suprimido, DSR. Quem transforma isso em valor de condenação, com juros e correção, é o 101 protocolo.

Integra com relógio de ponto (REP)?

Não é esse produto. Isso é ponto de funcionário rodando no dia a dia; aqui o cartão já chegou pronto, dentro de um processo, pra ser digitado uma vez só.

A dupla digitação dobra o trabalho?

Dobra a digitação, não a conferência. A segunda passada só interrompe nas divergências — o resto passa direto, sem ninguém reler linha por linha.

Dá pra mandar direto pro 101 protocolo?

É a ideia: a ficha fechada aqui vira base de cálculo lá, sem redigitar nada do que já foi conferido.

Traga catorze meses de cartão. Cronometramos a digitação.

Você já sabe quanto tempo leva no Excel. Digite o mesmo mês aqui, com os atalhos, e compare o relógio — e veja quantas divergências a segunda passada pega antes de fechar a ficha.

Falar com a gente

Por onde você entra

Já usa o 101 Ponto, ou ainda vai começar?

Entrar leva direto pro 101 Ponto, sem escala. Se o que você quer é o plano, a cobrança ou os outros produtos que já assina, o lugar é a sua conta na 101.

101 Ponto é um produto da 101 softwares.

Uma conta
O mesmo login abre todos os produtos que você assinar.
Um caixa
Assina três produtos, recebe uma cobrança só.
Um motor
Quadro, prazo, cobrança e portal são os mesmos por baixo.